Risco de epidemia: prédios públicos abrigam focos de dengue
Carolina Benevides, Isabela Martin, Letícia Lins e Paula Litaiff, O Globo
Em pelo menos cinco dos 16 estados brasileiros com risco muito alto de epidemia de dengue, o mosquito Aedes aegypti encontra abrigos oficiais: em vários prédios públicos, há potenciais criadouros do mosquito.
Em Teresina, cemitérios municipais e depósito de carros se transformam em focos devido ao acúmulo de água e tanques abertos.
Segundo reportagem publicada na edição desta terça-feira do jornal O GLOBO, o Hospital Otávio de Freitas, em Recife, transformou-se em grande foco de proliferação, diz o Conselho estadual de Saúde.
Em Manaus, prédios das esferas municipal, estadual e federal têm criadouros, assim como prédios em Maceió. E, em Fortaleza, o problema está em escolas e cemitérios.
Ano passado, segundo estimativa do Ministério da Saúde, o Brasil teve 1 milhão de casos de dengue, sendo 15,5 mil graves e que exigiram hospitalização. As mortes chegaram a 550.
O ministério diz que destinará mais de R$ 60 milhões para combate à dengue neste verão: R$ 40 milhões serão para campanhas de mídia; outros R$ 10,1 milhões, para compra de inseticidas e larvicidas; R$ 6,9 milhões, para compra de equipamentos e veículos; R$ 2,29 milhões, para aquisição de kits para diagnóstico e R$ 2,12 milhões, para a compra de medicamentos.
FONTE: Globo.com





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